About Me
AGENCIA PARA VENDA DE ESPECTACULOS DOS ALCOOLÉMIA  SPOT-Agenciamento e Producao - (Ex-Reunião) Agente: Paulo Gil Rua General Ferreira Martins, nº 8 – 10º A 1495-137 Miraflores Tel. 214106111 Fax. 214106116 PROMOÇÃO/ESPECTACULOS 2008: 8 Janeiro - Directo em Lisboa no programa Fatima Lopes na SIC. 14 Janeiro - Directo em Lisboa no programa Portugal no Coração na RTP1. 19 Janeiro - FNAC Almada Forum - Show Case pelas 21.30 horas. 26 Janeiro - Participação em espectaculo em S.Teotónio - ODEMIRA, com apresentação dos irmãos Rosado(Anjos), com participação de Alcoolémia, Lupa, Iris, Pedro Migueis, X-Code, entre outros... 30 Janeiro - Directo em Lisboa no programa Contacto na SIC. 7 Fevereiro - FNAC Alfragide - Show Case pelas 21.30
horas. 22 Fevereiro - FNAC Coimbra Forum - Show Case pelas 22.00 horas. 20 Março - Apresentação do album Discoteca Bolina - Sesimbra pelas 23 horas, com DJ X-Acto. 30 Março - Inicio da gravação do videoclip do single Fico a espera...(quero ver o fim). 5 Abril - Apresentação do album no InLiveCaffe - Moita pelas 23 horas, com DJ X-Acto. 13 Abril - FNAC Algarve Shopping - Show Case pelas 17.00 horas. 17 Abril - Alcoolémia c/DJ X-Acto + Tara Perdida na semana academica de Leiria 22 horas. 19 Abril - Portalegre - Participação no espectaculo a favor da A.P.P.A.C.D.M. - 12 horas de musica, com varios artistas. 25,26,27 Abril - Continuação da gravação do videoclip do single "Fico à espera...(quero ver o fim)". 17 Maio - Alcoolémia na FNAC do Colombo - LISBOA- Show Case pelas 18.30 horas. 31 Maio - Alcoolémia c/Dj X-Acto na 1º Concentração Motard de Sesimbra no Parque Campismo Forte do Cavalo pelas 23 horas. 19 Julho - Alcoolémia + Dan Mcalister no encerramento do Festival da Juventude em Portel 23.30 horas. 28 Julho - Alcoolémia em entrevista em directo na Best Rock em Lisboa pelas 9 da manhã com Miguel Peixoto (em altas). 1 Agosto - Alcoolémia c/DJ X-Acto + Undertone em Santa Iria Azoia pelas 22.30 horas. 3 Agosto - Alcoolémia na Festa da Radio Cavado em Barcelos pelas 18 Horas. 3 Agosto - Alcoolémia no Encerramento da Feira de Artesanato em Barcelos 23.00 horas. 17 Agosto - Alcoolémia pelas 22.00 horas, no encerramento das Festas da Amora com fogo de artificio. 28 Agosto - Alcoolémia em sessão de autógrafos no Stand da Associação CASCA nas Festas Populares de Corroios pelas 21.30 horas. 6 Setembro - Alcoolémia na Concentração Motard de Guimaraes pelas 24.00 horas.
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Interests
Banda nasceu em 1992 na localidade do Fogueteiro, cidade de Amora, com cerca de 30.000 discos vendidos, lançou o seu 4 album de originais em Novembro de 2007, com mais de 500 espéctaculos dados em Portugal, e ilhas adjacentes. Os Alcoolémia fizeram de banda suporte para a mini-tourné da banda Heavy Metal Argentina Rata Blanca em Portugal. Em 1995 a revista Super Jovem, lança num dos seus números o single Para Quê Sonhar, onde os Alcoolémia seriam eleitos a 3 melhor banda nacional em votação dos seus eleitores. O canal francês MCM, faz uma reportagem da banda em Lisboa posteriormente exibida em França em conjunto com o video-clip do tema Não Sei Se Mereço. Resultante da excelente receptividade que o disco alcançou, nomeadamente por vendas superiores a 10.000 exemplares, é-nos atribuído em Março de 1996 o galardão de disco de Prata, entregue pelas mãos do irreverente Herman José, no seu programa Parabéns da RTP1. Em 1997 os Alcoolémia são galardoados pela Câmara Municipal do Seixal, com a Medalha de Prata de Mérito Cultural... "Em reconhecimento pelo modo como, no exercicio da sua actividade, contribuiu de forma digna para o desenvolvimento cultural no concelho do Seixal.. (continuação em http://alcoolemia.blogs.sapo.pt) Os Alcoolémia lançaram o seu 4 album e estão neste momento em promoção, o 4 album foi gravado no Rockstudio no Feijó, com produção a cargo do técnico João Miranda/Alcoolémia, com mistura a cargo do conheçido Eng. Tó Pinheiro da Silva/Pedro Madeira, album foi masterizado nos E.U.A a cargo do produtor Joe Gastwirt que trabalhou com Ramones, Jimi Hendrix, YES, Talking Heads, Pearl Jam entre muitos outros grandes nomes internacionais.
O 4 album chama-se "ALCOOLÉMIA" e tem 9 temas originais e uma cover, que é uma versão rockalhada da Chiclete" dos saudosos Taxi. Todos os temas são cantados em português, com a novidade de algumas incursões por linguagens musicais um pouco diferentes dos 3 albuns anteriores, podemos adiantar, que trabalhamos a volta deste 4º album desde 2001, aproveitando a entrada de novos elementos com novas influências para chegar ao produto final que esta gravado.
Sentirão diferença no amadurecimento a nivel de composição e execução deste novo material, salientando que pensamos ter neste 4 album, o melhor material que alguma vez compusemos a nivel musical, complementados com os melhores textos escritos pelo nosso vocalista e letrista de sempre o Jorge Miranda. Este é o single Fico a espera...(quero ver o fim), que ja passa em algumas Radios. No nosso blog em http://alcoolemia.blogs.sapo.pt e no site http://www.palcoprincipal.clix.com/alcoolemia estão alguns temas para audição do 1 album, do 2, e tambem 3 album, conjuntamente com algumas fotos tiradas no ROCKSTUDIO no Feijó onde gravamos o nosso 4 album.
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Favorite Music
ALBUNS: "Não sei se mereço"

Gravado no estudio Heaven Sound Técnico: João Martins Misturas: João Martins e Alcoolémia Produção: João Martins Edição Digital: Zé Motor -Não sei se mereço -Até o mundo acabar -Vizinha linguaruda -Só tu e eu (uma história mal contada) -509 (Instrumental) -Curtir a vida -Quero-te ver nua -Batam com a cabeça no chão -Intruja -Não quero vida de militar -Para quê sonhar Festa de lançamento - Paradise Garage - Lisboa
Singles: "Para quê sonhar" - Colecção Super Jovem
"Não há tretas"

Gravado no estudio Tcha Tcha Tcha Técnico: Rui Dias Produtor: João Martins Concepção e design gráfico: Dupla Fotografia: Darin Pappas -Nem às paredes confesso -Portugal o nosso país -Apostei... o carro... -Cuidado... o diabinho anda à solta -Fugir para quê -Tenho medo, diz uma criança -Quero protestar -A minha sorte não quer mudar -Sinto falta de uma mulher -Hoje é dia para desbundar -Morrer devagar Participações especiais: "Portugal o nosso país", "Apostei... o carro...", "Fugir para quê", "Morrer devagar" - Teclas: Alexandre Dinis "Portugal o nosso país", "Quero protestar", "Morrer devagar" - Coros: Fernanda Lopes e Laura Pereira "Apostei... o carro..." - Guitarra: Rui Dias Apresentação para a imprensa na Casa do Vinho do Porto no Bairro Alto com a presença na Guitarra Portuguesa de Antonio Chainho Festa de lançamento - Rock City - Lisboa Singles: "Portugal o nosso país" - distribuido gratuitamente dia 10 Junho Para rádios, com 3 temas: "Fugir para quê" "Nem às paredes confesso" "Cuidado... o diabinho anda à solta"
"Até onde" (acústico)

Gravado no estudio Namouche e Um só Céu. Engenheiros de som: João Pedro de Castro e Jonathan Miller. Misturas: Estúdios Um só Céu em Maio e Junho de 1998. Engenheiro assistente: Cláudio Silva Masterização: Estúdios Áudio Pró por Paulo Jorge Produção: Jonathan Miller Concepção e Design Gráficos: Dupla Fotografia: Paulo Moreira -Até onde posso ir -Quero protestar -Portugal o nosso país -Quem és tu -Sinto falta de uma mulher -Só tu e eu (uma história mal contada) -Para quê sonhar -Não sei se mereço -Fugir para quê -Morrer devagar
Musicos convidados: "Portugal o nosso País" - Guitarra Portuguesa: Custódio Castelo; Coros: Catarina Pereira; Violoncelo: Pedro Gonçalves "Até onde posso ir" e "Morrer devagar" - Violino: Nuno Flores (CORVOS) "Quero protestar" - Violino: Jorge Gonçalves; 2ª voz Diego Gil (FLOOD) "Quem és tu" - Violino: Jorge Gonçalves "Só tu e eu (uma historia mal contada)" - Flauta: Joaquim Santos "Para quê sonhar" - Percurssão: Castora (DELFINS)
Festa de lançamento - Freiras - Moita
Singles: Para rádios, com 1 tema: "Quero protestar" "ALCOOLÉMIA"

Gravado no Rockstudio entre Janeiro e Maio de 2007, por João Miranda/Alcoolémia, assistente Ivo Gancho. Misturado por António Pinheiro da Silva e Pedro Madeira em Maio de 2007, colaboração de Jorge Miranda. Masterizado por Joe Gastwirt no J.G. Mastering em Julho de 2007 em Los Angeles U.S.A. Concepção e Design Gráfico: Nelson Carmo e Jorge Miranda. Logo Alcoolémia: Jorge Simão (Devir) colaboração Manelito. Fotografia: Antonio Gamito no ST Terrasse - AMORA. Bateria gravada por Rui Freire.
- Já e tempo... (desta cidade acordar). - Tudo o que quero ter. - Ha quanto tempo ando aqui. - São sempre os mesmos. - Fico à espera...(quero ver o fim). - O mundo não é! - Queria roubar-te um beijo. - A musica nacion al (vamos tirá-la da sombra) - Areia de pedras salgadas - Chiclete (cover rock do tema dos Taxi)
Musicos convidados: "O mundo não é" - Violoncelo Davide Zaccaria. "São sempre os mesmos" e "A musica naci" scratch por DJ X-Acto. "A musica naci" - saxofone tenor Carlos Sousa, trompete Helder Lopes, saxofone alto Paulo Horta, trombone Bruno Encarnação. "Tudo o que quero ter" arranjos adicionais de guitarra João Miranda.
COLÊCTANEAS, TEMA, EDITORA: Herois do rock 1-"Não sei se mereço"- Vidisco Idade do pecado -"Não sei se mereço"- Sony Music Sou metade sem ti -"Portugal o nosso pais"- Vidisco O melhor da Movieplay -"Não sei se mereço" O melhor da Movieplay -"Portugal o nosso pais" O melhor da Movieplay -"Quero protestar" tema em acustico
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Journal
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Foi há 15 anos que os Alcoolémia nasceram no Fogueteiro como uma banda rock que apostava na música cantada em português. Após 3 álbuns editados, mais de 30 mil discos vendidos e cerca de 500 espectáculos nos palcos portugueses, a banda está de volta com o seu quarto álbum de originais, homónimo, que revela um grupo mais maduro e uma aventura por novas sonoridades sem nunca esqueçer as suas raízes musicais. O vocalista Jorge Miranda faz um balanço dos 15 anos de vida e fala sobre este novo trabalho que abre as portas do futuro aos Alcoolémia. Seixal - Boletim Municipal (SBM) - O facto de terem «nascido» no Seixal, onde há tradição de apoio municipal a novas bandas, contribuiu para o sucesso do vosso grupo? Jorge Miranda (JM) - Sem dúvida foi uma grande ajuda. A Câmara Municipal organizava o Seixal Rock e nós participámos em 1992, sendo uma das bandas semi-finalistas, e vencemos em 1994. Foi onde tudo começou. Em 1995 lançamos o nosso 1º album Não sei se mereço, e a partir daí surgiram vários convites para concertos no Município, Festas do Seixal, Março Jovem etc. Tem sido uma relação de amizade ao fim ao cabo... e por isso agradecemos à Autarquia por todo o apoio que nos tem dado, recebemos inclusivé uma medalha de Mérito Cultural. Esta é uma prova de que a Camara Municipal se interessa pelas questões culturais, nomeadamente a música, dá apoio e reconheçe o mérito. Obrigado! SBM - Quais foram as principais dificuldades que encontraram no vosso percurso de 15 anos? JM - Não é facil manter uma banda. Conciliar seis vidas, seis personalidades e manter a amizade e respeito uns pelos outros , ás vezes, pode ser complicado. Salvo raras excepções, conseguimos manter o núcleo duro da banda, e já lá vão 15 anos. Depois, temos as questões relacionadas com o mercado propriamente dito. O meio musical não é fácil, as editoras nem sempre conseguem corresponder à expectativa da banda e vice versa, e então as coisas às vezes complicam-se. Mais recentemente, enfrentámos uma crise a nível de vendas que como todos sabemos caíram bastante por razões óbvias (net, pirataria etc.). É muito complicado ter lucros com a venda de CDs, ou pelo menos ter retorno do investimento feito. A verba disponibilizada para promoção, imagem da banda, videoclip, é muito reduzida, há um medo geral de se fazer uma aposta e receber em troca o fracasso. Mas é certo que sem promoção adequada nenhum projecto pode singrar, de modo que a questão se torna num pau de dois bicos, dando origem a muitas dúvidas e medos e, consequentemente, à incerteza quase total, sobre a melhor forma de inserir ou editar e promover um novo projecto musical no mercado. Acho que tanto editoras como bandas devem unir esforços e desenvolver novas ideias que melhor se adeqúem à actual conjuntura do mercado. SBM - Quais são as principais diferenças entre os Alcoolémia de há 15 anos e os Alcoolémia dos nossos dias? JM - A nossa base de criação mantém-se, ou seja, o rock e algumas baladas que ficam no ouvido, com letras simples e boas guitarradas, de forma a que a mensagem possa ser passada e compreendida. No entanto ouve ao longo destes anos uma natural evolução, por isso penso que hoje é uma banda mais madura. Evoluímos a nivel técnico, o que nos permite uma maior qualidade na execução dos temas ao vivo, e ao nível de composição, o que confere à banda uma maior liberdade, pois as limitações são naturalmente menores. SBM - Experimentaram novas sonoridades neste album. Porque sentiram esta necessidade nesta altura da vida da banda? JM - Não foi uma necessidade absoluta, foi algo que surgiu até com alguma naturalidade. Como músicos gostamos de explorar novas sonoridades e descobrir a melhor forma de incluí-las e misturá-las com o nosso som que tem por base o rock. No fundo, dá-nos um certo prazer, pois todos gostamos de ouvir vários géneros músicais e isso influencia-nos. Ao mesmo tempo, traz sempre algo de novo de um trabalho para o outro. SBM - Vão ter dois temas na banda sonora da nova novela da SIC, Rebelde. Quais? Vai ser importante na divulgação da vossa música? JM - Vão ser dois temas de facto. «Há quanto tempo ando aqui» e «Areia de pedras salgadas». Foi com muito agrado que recebemos essa notícia, acho que gostaram dos temas e, pelos vistos, enquadram-se bem na novela. Como é obvio, vai ser importante na divulgação deste novo trabalho, já que os canais de divulgação actuais são muito reduzidos, portanto estamos muito contentes com esse facto. SBM - Acham mesmo que a música nacional está na sombra, como diz o título de um dos vossos temas? JM - Um pouco. Não quero com isto dizer que a música nacional esteja pela rua da amargura, mas que podia estar bem melhor, ser mais divulgada ser mais apoiada e promovida, é um facto.É certo que lá de fora vem música de grande qualidade e em grandes quantidades também, o que, por vezes nos deixa um pouco na «sombra». Mais uma razão para que as rádios começem a dar mais atenção à nossa musica. SBM - Continuam a defender a música cantada em português? JM - Claro, sempre. Penso que temos muita gente a escrever muito bem. Aliás, eu penso que, em termos de qualidade, a nível de letras, temos coisas extraordinárias por isso, porque não aproveitar esse facto? Não há que ter medo de cantar em língua portuguesa. Eu faço há já 15 anos e, acreditem, a única coisa que sinto é orgulho! In...Boletim Municipal Seixal Nº 475 de 29 Fevereiro de 2008
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