À noite, a solidão é a minha companheira, tornam-se ainda mais dolorosas as recordações e as saudades... as saudades que sinto por ti...
Perco-me em ti, nas lembranças de nós, daquilo que vivemos (e poderíamos ter vivido? ) Será que me adoras ou quase me amas como me dizias...
tudo aquilo o que nós sentimos, por tudo o que sonhamos...a combustão sentida em nossos corpos...
Questiono- me e questiono-te : sentes a minha falta?
Questiono ainda, se me adoras ou quase me amas nestas noites... se desse lado, a solidão também toma conta de ti...
Será que que um dia destes vais acordar abraçado a mim...como tantas vezes aconteceu...
Sempre que te vejo, todo o meu ser estremece, são aquelas borboletas aqui na barriga... é um toque aqui bem fundo no meu coração... a pele arrepia...
Eu sonho...E tu? Também me tens nos teu sonhos?
Sempre que te olho, nos olhos, esqueço-me de tudo...
Sempre que te beijo perco-me na magia das estrelas...