About Me
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Eu sou uma pessoa que... Quer dizer, defino-me com alguém que...tás a ver?
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Interests
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Leitura, História, Bibliotecas. Arqueologia. Teatro, Cinema, Arte em geral. Caminhadas, Ambientalismo, Defesa dos Direitos dos Animais. Política (não militante), Cidadania. Blogues, (eu até tenho um, Blogue de Histórias e Estórias) Pessoas, histórias de pessoas.
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Favorite Music
Muitas, de vários géneros.
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Favorite Movies
Vários, particularmente épicos e romançes históricos.
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Favorite TV Shows
Poucos. Gosto de séries (24; Roma; Dexter; Sobrenatural, algumas de comédia) e pouco mais. Telejornais. Certos documentários. Jogos da Selecção e do F.C. Porto.
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Favorite Books
Bastantes, embora não dispense os clássicos (portugueses e estrangeiros).
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Favorite Quote
Dentro de muitas, sobretudo as de cariz mais popular, gosto especialmente desta, que se tem revelado numa grande verdade: "Pelas costas dos outros, vemos as nossas".
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Journal
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No primeiro sábado deste mês (05 de Abril) e ontem, fui assistir a simples e informais conversas em mesas de café sobre St.º Agostinho e Ovídio. A conversar estavam os autores da tradução do livro Trindade, de St.º Agostinho, a Prof.ª Cristina Pimentel e o Prof.º Arnaldo Espírito Santo. Falou-se de muita coisa, porque nisto dá sempre para se falar de muita coisa. Lembro-me de se falar de como o Homem reflecte a Trindade divina, na medida em que está dividido em três naturezas antropológicas: o amor, a vontade e a memória. O próprio amor está organizado trinitáriamente: o que ama, o que é amado e o amor propriamente dito.
Falou-se ainda na dificuldade de se traduzir um livro como a Trindade, de grande dimensão, carregado de complextos e por vezes ambíguos conceitos, directamente do latim. Perguntaram eles: e amanhã? Quem fará este trabalho de tradução? Cada vez existem menos latinistas, as Universidades não estão a investir no ensino da língua latina e ainda falta traduzir tanto livro que está desconhecido do público porque não há quem os traduza.
Ontem, a conversa do tradutor de Metamorfoses de Ovídio, o Prof. Farmhouse Alberto, girou à volta de histórias sem princípio nem fim, de como se transformam os corpos em formas distintas e não o contrário, enfim histórias "mentirosas" e despretensiosas, pois não queriam ensinar nem moralizar.
Gostei.
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